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Chile: brasileira é uma das cursistas do Diplomado para o Fortalecimento de Lideranças das Mulheres

Diplomado para o Fortalecimento de Lideranças das Mulheres Indígenas com ênfase na "Participação Política e enfrentamento a todas as formas de violência", é a terceira edição realizada em Santiago/Chile, financiado pelo Fundo para Desenvolvimento de Povos Indígenas da América Latina (FILAC, sigla em espanhol).


Objetivo do curso:

Visa apoiar uma maior inserção das líderes indígenas nos espaços de tomada de decisão política, mudança social e influência política, focados nas mulheres indígenas, com uma perspectiva intercultural, de gênero e geracional, para promover o desenvolvimento de estratégias que influenciam na prevenção da violência contra as mulheres.


Através de um acordo com a Universidade de Tarapacá, instituição estadual de ensino superior e membro do Conselho de Reitores das Universidades Chilenas (CRUCH), executa a III versão do Diplomado para Fortalecer a Liderança da Mulheres indígenas, como um compromisso institucional pelo empoderamento das mulheres indígenas que lhes permite influenciar os diferentes espaços de poder, nos níveis público e privado.

Livia Kumaruara, no primeiro dia de curso.

"É a primeira vez que sai pra algum lugar fora do Brasil, algumas coisas são novas pra mim, porém, trago aqui comigo bagagem de luta, trabalho de base no meu território e no movimento indígena da minha região! Acredito que tenho algo a contribuir e adquirir conhecimento com outras companheiras através do intercâmbio de experiências.

Surara!"




A Rede de Juventude Indígena, apoia e busca proporcionar oportunidades para o fortalecimento de capacidades da juventude indígena brasileira.


Conheça um pouco da jovem que foi apoiada pela REJUIND.

"Meu nome é Ana Lívia, sou Indígena, do povo Kumaruara, aldeia Solimões região do Rio Tapajós /RESEX. Sou estudante Indígena do curso de direito na Universidade federal do Oeste do Pará, ingressei no ano de 2017 no curso de direito através do Processo Seletivo Especial Indígena (PSEI). Faço parte da executiva do Conselho Indígena Tapajós Arapiuns, o CITA faz parte da organização política dos povos indígenas no baixo Rio Tapajós, no oeste do Pará, principalmente com a apropriação do território por grupos étnicos e a defesa de um modo de vida que conflita com as normas das áreas protegidas e das atividades de exploração econômica e devastação de recursos naturais. Atuando principalmente nos seguintes aspectos: território, conflitos, etnicidade indígena, mulheres indígenas, desigualdade de gênero e Saúde. Sou coordenadora do Coletivo de Estudantes de Direito Indígenas e Quilombolas/CEDIQ, com exatamente 28 estudantes (Indígenas e Quilombolas) criado no ano de 2017."

Cursistas do Diplomado em Santigo Chile.

Mais informações sobre o programa de fortalecimento de lideres mulheres indígenas, acesse, aqui.

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